Somos um estúdio tipográfico que acredita na força da expressividade para aumentar o valor de marcas.

Com olhar tipográfico apurado, somamos ao trabalho do designer que busca novas formas de expressão, com funcionalidade.

Nossos serviços evidenciam um trabalho minucioso, com impacto real. Seja nas fontes prontas ou criadas sob medida, ou no refinamento de logotipos, cada detalhe contribui para um único propósito: potencializar a força da marca.

Na placa do campo de futebol ou no botão de um app, cada palavra escrita, além de dizer, precisa mostrar.

Sob a liderança criativa de Fabio Haag — type designer com mais de 14 anos de experiência, ex-Diretor de Criação Adjunta num dos maiores estúdios globais, com sede em Londres —, a Fabio Haag Type se tornou referência no mercado e tem hoje uma equipe diversa, com expertises que vão da tecnologia ao lettering.

Já atuamos em mais de 200 projetos em parceria com estúdios de design no Brasil e no exterior, para empresas estabelecidas, incluindo algumas das marcas mais valiosas do Brasil, e até velozes unicórnios.

já trabalhamos com estes estúdios

para estas marcas

Na Fabio Haag Type, um único princípio guia todas as nossas fontes: expressividade até o limite da funcionalidade.

conheça nossa equipe

fabio haag

“Tipografias são como relógios: uma tensão entre forma e função.”

Para quem tem a caligrafia de um médico apressado, o Fabio desenha letras muito bem. Ele é um dos pioneiros da tipografia digital no Brasil.

Construiu sua carreira de type designer na Dalton Maag, um dos maiores estúdios tipográficos do mundo, onde teve a chance de trabalhar para 5 das marcas mais valiosas globais. Foi lá também que teve a oportunidade de criar a tipografia dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

E no meio das letras, os números também falam alto: 8 medalhas no Brasil Design Award; 7 projetos selecionados na 13ª Bienal Brasileira de Design Gráfico; 1º e 2º lugares em uma das edições do Prêmio Bornancini; e incontáveis menções e referências do seu trabalho em revistas internacionais especializadas.

O segredo da tipografia corporativa, segundo Fabio, é entender que ela está a serviço de uma estratégia de marca, é parte de um sistema maior de identidade, composto por intrincadas engrenagens, como um relógio.
Quando dá uma pausa entre aulas e palestras, Fabio tem uma câmera na mão e pode ser encontrado em paisagens de tirar o fôlego, exercendo seu hobby, a fotografia.

Seu trabalho mais importante foi dar forma à mensagem do livro “O Poder do Eu Te Amo”, do Piangers, que você vai entender melhor aqui.
E se perguntar sobre seu projeto mais desafiador, é aquele que está sempre em andamento: a tipografia que estampa a roupa do rei que está nu.

henrique beier

“Meu interesse por tipografia surgiu na faculdade, quando um professor proibiu a turma de usar Arial.”

Henrique prefere desenhar tipografias amigáveis, gosta dos estilos mais pesados. Seu primeiro grande orgulho, a Garibaldi, foi selecionada para a Bienal Tipos Latinos 2014 e era o empurrãozinho que faltava para começar sua própria foundry, a Harbor Type.

A dedicação em tempo integral ao design de tipos lhe rendeu premiações na Bienal da ADG, Hiii Typography e Typographica. Com o mesmo afinco aprendeu linguagem de programação e acredita que a beleza da tipografia é o equilíbrio entre arte e tecnologia.

Para começar o trabalho, sintoniza no podcast de sempre e só pausa os tipos se for para maratonar The Office.

ana laydner

“Nada de tipografia invisível. Se está bonito e bem feito, tem que mostrar!”

Ana desenha tipografias para texto com personalidade. Entre Porto Alegre e Buenos Aires, na bagagem traz especialização em Design de Tipografia e vasta experiência em branding e design editorial, com passagem por estúdios nas duas cidades.

Premiada no Tipos Latinos 2018 com a Gigio, uma slab serif para texto, essa paixão que atravessa países também a levou à seleção para a 13ª Bienal Brasileira de Design Gráfico com a família tipográfica Kiperman.

Sócia-fundadora do Coletivo Plomo71, gosta de repensar conceitos e trocar experiências com designers. Mesmo com estúdio em Porto Alegre, Ana tem o que precisa em qualquer canto do mundo, já era nômade bem antes da quarentena.

eduilson coan

“Era só um passatempo. De repente, virou profissão.”

O passatempo foi até batizado: Ninfa, sua primeira fonte comercial, criada em 2008. Mas levou alguns anos até o autodidata Eduilson deixar sua agência de design gráfico em segundo plano para, em 2012, apostar suas fichas no mercado de design tipográfico com a dooType.

Na especialização em Type Design pela Cooper Union, em Nova York, Eduilson estudou de prática caligráfica a desenho digital de letras. E já desenvolveu mais de 30 famílias tipográficas para o mercado de varejo, além de projetos customizados, 6 dos quais já foram selecionados para a bienal Tipos Latinos.

Quando não está trabalhando, está focado no seu projeto pessoal e maior desafio: ficar, ao menos, 300 dias do ano sem consumir carne.

thiago bellotti

“Meu interesse pelas letras apareceu quando descobri as bandas de rock na década de 90.”

Bellotti sempre quis ser diferente das outras pessoas, ainda mais na adolescência. Aos 15 anos já adorava desenhar os logotipos das bandas que ninguém conhecia, e assim que descobriu os softwares gráficos, começou a estampar suas próprias camisetas. A partir daí, sempre caminhou lado a lado com a tipografia como uma forma de se sentir único.

Ele conta que era apaixonante olhar os logotipos como o do Neil Young, em Harvest, ou mesmo a incrível composição do logotipo do The Allman Brothers Band. Quis aprender como desenhar essas letras porque, aos seus olhos, eram tão belas quanto uma pintura ou uma escultura famosa.

Passou por muitas agências e estúdios até se encontrar trabalhando com design de marcas em 2013, quando começou a estudar caligrafia, lettering e type design. Com a ajuda dos amigos e muitas noites adentro praticando caligrafia, desenhando letras e editando curvas e pontos no computador, acabou unindo tudo a um único propósito — desenhar letras que pudessem encantar as pessoas assim como as letras lhe encantam. Para o Bellotti, os tipos tem corpo mas também tem alma.